Gaiola
Hebraico: כְּלוּב (kelub); Grego: φυλακή (phulake) · kelub e phulake
O termo “gaiola” na Bíblia é usado para traduzir duas palavras diferentes, com significados ligeiramente distintos dependendo do contexto.
No Antigo Testamento, em Jeremias 5:27, a palavra hebraica kelub (כְּלוּב) é traduzida como “gaiola”. Ela se refere a um cesto feito de vime, frequentemente usado como armadilha para pássaros ou para mantê-los depois de capturados. O mesmo termo hebraico é traduzido como “cesto” em Amós 8:1, onde se descreve um cesto de frutos de verão, indicando sua natureza de recipiente trançado. Em Jeremias, a imagem de uma “gaiola cheia de pássaros” é usada para ilustrar casas cheias de engano e riqueza ilícita.
No Novo Testamento, em Apocalipse 18:2, a palavra grega phulake (φυλακή) é traduzida como “guarida” ou “morada”, mas em algumas versões antigas e na margem de algumas traduções inglesas, aparece como “cage”. O sentido principal de phulake é “prisão” ou “lugar de confinamento”. Neste versículo, a grande Babilônia é descrita como um lugar de habitação para demônios e espíritos imundos, e uma guarida para aves impuras e detestáveis, metaforicamente como uma prisão ou um lugar onde o mal está confinado ou se reúne.
Verbete da Rádio Aleluia baseado em Easton's Bible Dictionary (1897) · Smith's Bible Dictionary (1863), obras em domínio público, revisado e atualizado pela equipe.