Jovens de Goiás se reúnem para conhecer a vida de missionários em cinco países
Encontro I Will Go Goiás 2026 teve seminários, oração e relatos de voluntários que servem no Chile, no Peru, no Equador, na Itália e na Áustria

Jovens, líderes e voluntários de várias partes de Goiás participaram do I Will Go Goiás 2026, encontro promovido pela Associação Brasil Central, da Igreja Adventista, para apresentar os desafios do trabalho missionário e as oportunidades de servir dentro e fora do Brasil. Ao longo de um dia, segundo reportagem do portal Notícias Adventistas publicada em 31 de outubro, os participantes acompanharam seminários, estudos bíblicos, momentos de oração e relatos de pessoas que decidiram transformar a fé em ação.
A associação acompanha atualmente missionários em países como Chile, Peru, Equador, Itália e Áustria. Durante o encontro, vídeos, testemunhos e conversas com voluntários aproximaram o público da rotina de quem enfrenta diferenças de idioma, costumes e religião para desenvolver projetos. O organizador, pastor Wesley Oliveira, líder do Serviço Voluntário Adventista em Goiás, explicou que o objetivo é celebrar o envio de missionários a outras culturas e “plantar a semente do voluntariado no coração de líderes e jovens”.
Uma das lições mais repetidas foi a de que a boa vontade, sozinha, não basta. Karine de Oliveira, que participou pela primeira vez, disse ter saído com outra compreensão do que é cumprir a missão: para ela, é preciso considerar fatores culturais, geográficos, étnicos e religiosos para não criar barreiras entre a mensagem de Jesus e pessoas de outras culturas ou que nunca ouviram falar dele.
O I Will Go (“Eu Irei”, em inglês) nasceu em 2010, na Argentina, por iniciativa de estudantes universitários dispostos a dedicar suas habilidades e conhecimentos ao serviço missionário, e ganhou alcance internacional. Em Goiás, a associação trabalha em parceria com o Instituto de Missões, ligado ao Instituto Adventista Brasil Central (IABC), que orienta sobre preparo, vagas e formas de atuação.
Quem não pode viajar também encontrou um lugar na proposta. “Nós podemos ir, mas, se não pudermos, podemos ajudar, custeando e auxiliando para que outros possam ir em nosso lugar”, disse o pastor Wesley. A psicóloga Cristina Freitas, de Caldas Novas, resumiu a ideia que levou para casa: ser missionária não apenas do outro lado do mundo, mas também com o próximo. Já Adailton Manoel, que atua como missionário em Rio Verde pelo programa One Year in Mission, viu no encontro um incentivo para pensar em servir fora do país.
O encontro terminou com um momento de consagração e com o convite para que cada participante continue o compromisso assumido: para alguns, preparando-se para servir em outro país; para outros, começando na própria cidade.
Com informações de Notícias Adventistas.



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