Escolas adventistas querem arrecadar 130 toneladas de alimentos até 24 de novembro
Campanha nacional marca os 130 anos da rede no Brasil; doações vão para famílias e instituições escolhidas por cada unidade de ensino.
Escolas, colégios e internatos da Educação Adventista em várias regiões do Brasil estão recolhendo alimentos não perecíveis na campanha “130 Toneladas de Amor”, que começou em 5 de outubro e vai até 24 de novembro. A meta é reunir 130 toneladas, uma para cada ano de presença da rede de ensino no país, segundo informou a revista Comunhão.
Os donativos serão entregues a famílias e a instituições em situação de vulnerabilidade social. Quem escolhe os beneficiados são as próprias unidades de ensino, de acordo com as necessidades de cada comunidade. Os pontos de arrecadação são as escolas da rede em todo o Brasil, o que permite que pais, alunos e vizinhos participem.
A ideia não é nova. Em 2021, quando a rede completou 125 anos no país, a meta foi de 125 toneladas, mas a mobilização terminou com 254 toneladas arrecadadas, mais que o dobro do previsto. Agora, cinco anos depois, o desafio é renovado com a intenção de mostrar aos estudantes que a solidariedade pode fazer parte da própria formação, e não apenas ser uma atividade extra.
De acordo com o diretor-geral da Educação Adventista no Brasil, Antonio Marcos Alves, o aniversário é uma chance de olhar para as necessidades das pessoas. “Queremos transformar essa marca histórica em uma ação concreta de solidariedade”, afirmou.
A campanha se soma a outras ações que alunos e colaboradores já realizam, como visitas a orfanatos, instituições para idosos e hospitais, campanhas de doação de sangue e projetos em comunidades carentes. No Ensino Médio, as chamadas Agências de Missões incentivam os estudantes a praticar o voluntariado.
A história da rede começou em julho de 1896, em Curitiba (PR), com a inauguração do Colégio Internacional de Curitiba, dirigido por Guilherme Stein Júnior. Hoje, segundo a publicação, as escolas adventistas atendem quase 300 mil estudantes no Brasil e estão presentes em mais de 160 países.
Com informações de Comunhão.



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