Brasil03/11/2026

Voluntários levam oração, água e livros a enlutados em cemitérios do Rio Grande do Sul

Membros de igrejas adventistas de Uruguaiana e Alegrete passaram a manhã de 2 de novembro conversando com visitantes e distribuindo alimentos e livros

Voluntários levam oração, água e livros a enlutados em cemitérios do Rio Grande do Sul
Foto: Reprodução / Notícias Adventistas

No Dia de Finados, 2 de novembro, grupos de voluntários da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram aos cemitérios de Uruguaiana e Alegrete, cidades do Rio Grande do Sul na fronteira com a Argentina e o Uruguai, para conversar, orar e oferecer água, alimento e livros a quem visitava os túmulos de familiares. A ação foi relatada pelo portal Notícias Adventistas em 2 de novembro.

Em Uruguaiana, sete voluntários passaram a manhã no Cemitério Municipal Nossa Senhora de Santana. Durante duas horas, segundo o portal, o grupo se aproximou dos visitantes, ofereceu orações, alimentos e água mineral e distribuiu exemplares do livro “Contagem Regressiva”. A iniciativa já faz parte do calendário de ações da igreja local.

O rio Uruguai e a ponte internacional vistos de Uruguaiana (RS), cidade na fronteira com a Argentina
O rio Uruguai e a ponte internacional vistos de Uruguaiana (RS), cidade na fronteira com a Argentina Foto: Ulises Icardi / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Celidalva Santos, que participou da ação, contou que a maioria das pessoas recebeu bem a aproximação. Um senhor se emocionou com a conversa e comentou que percebia a presença de Deus na vida dos voluntários. “Sentimos a alegria de poder levar a Palavra de Deus, transmitir esperança e confortar corações enlutados”, disse ela ao portal.

Em Alegrete, cinco membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia Centro Norte estiveram, entre 9h e 10h, no único cemitério da área urbana da cidade. Ali, o grupo entregou livros missionários às pessoas que passavam pelo local.

De acordo com Maria Castilho, que dirige o ministério de comunicação da igreja em Alegrete, poucas pessoas recusaram o material, e a visita ao cemitério se repete todos os anos. “O trabalho missionário é um privilégio para nós. Deus poderia fazer tudo sozinho, mas confiou essa tarefa a nós para que sejamos abençoados”, afirmou.

Nas duas cidades, segundo o portal, a proposta foi a mesma: estar presente num dia difícil para muitas famílias e oferecer uma palavra de esperança e conforto a quem chegava ao cemitério.

Com informações de Notícias Adventistas.

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