Comércio

Desde que as pessoas começaram a habitar em cidades, alguma forma de comércio se tornou necessária para suprir os moradores com bens de fontes locais e estrangeiras. Já nos primeiros registros bíblicos, Abraão é descrito como muito rico, não apenas em gado, mas também em prata, ouro e joias (Gênesis 13:2; 24:22, 53), indicando a existência de bens de valor e, consequentemente, de trocas comerciais.

O comércio interno e externo entre os judeus era significativamente impulsionado pelas festividades religiosas, que atraíam grandes multidões a Jerusalém (1 Reis 8:63). Os locais de mercado público eram principalmente os espaços abertos próximos aos portões das cidades, onde as mercadorias eram trazidas para venda por aqueles que vinham de fora (Neemias 13:15, 16; Sofonias 1:10).

Em tempos posteriores, comerciantes chegaram a se instalar nos pátios externos do Templo, onde vendiam publicamente animais para sacrifício. Essa prática foi condenada por Jesus, que expulsou os vendedores e cambistas do Templo, afirmando que a casa de seu Pai não deveria ser transformada em um mercado (Mateus 21:12; João 2:14).

Verbete da Rádio Aleluia baseado em Smith's Bible Dictionary (1863), obras em domínio público, revisado e atualizado pela equipe.

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